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AVISO À POPULAÇÃO 07/2026 – PRECIPITAÇÃO FORTE E PERSISTENTE
Risco Elevado de Cheias no Mondego
publicado a 13 de Fevereiro de 2026

AVISO À POPULAÇÃO 07/2026 - PRECIPITAÇÃO FORTE E PERSISTENTE

Risco Elevado de Cheias no Mondego Cenário Crítico Ameaça Coimbra e Baixo Mondego

De acordo com as previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) para as próximas horas, é esperada precipitação intensa e persistente, sendo expetável a subida dos níveis das albufeiras e do Rio Mondego e seus afluentes, com forte afetação das áreas ribeirinhas dos municípios de Coimbra, Montemor-o-Velho e Soure, já de si muito fustigados pelas chuvas caídas abundantemente ao longo dos últimos meses.

Face a estas previsões, o pior cenário projetado pelos modelos da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) aponta para a possibilidade de falta de encaixe da Barragem da Aguieira, podendo implicar o lançamento de todo o caudal afluente a esta infraestrutura, com a consequente subida do nível do rio, estimando-se a chegada de 2500m3/s de água ao Açude de Ponte, em Coimbra.

Perante este cenário, o caudal será impedido de escoar, pois a água será laminada, originando o regolfo, isto é, o retrocesso da água e a consequente subida da cota para máximos históricos e afetar fortemente todas as áreas ribeirinhas de Coimbra, incluindo a Baixa da cidade e Santa Clara, Montemor-o-Velho e Soure.

Neste contexto, recomenda-se à população que:

  • Evite deslocações desnecessárias, sobretudo nas áreas afetadas;
  • Mantenha-se afastado/a de linhas de água e zonas historicamente vulneráveis a cheias e/ou inundação
  • Adote medidas preventivas para proteção de bens, salvaguardando sempre a integridade física;
  • Não atravessar áreas inundadas, quer a pé quer com recurso a viatura;
  • Cumpra rigorosamente as orientações transmitidas pelas autoridades;
  • Solicita-se a máxima colaboração de todos e apela-se à manutenção da Possíveis situações de emergência deverão ser de imediato comunicadas através do número 112.

Os Serviços Municipais de Proteção Civil, em articulação com o Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil da Região de Coimbra, Agência Portuguesa do Ambiente, Forças de Segurança (GNR e PSP), Forças Armadas e demais entidades competentes encontram-se a acompanhar permanentemente a situação, desenvolvendo as diligências necessárias para minimizar os impactos e garantir a segurança de pessoas e bens.

A evolução da situação será atualizada permanentemente pelos serviços de proteção civil.

Para mais informações, consulte os sítios na internet:

ANEPC – Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (www.prociv.gov.pt

IPMA - Instituto Português do Mar e Atmosfera (https://www.ipma.pt/pt/index.html)

Agência Portuguesa do Ambiente APA (https://apambiente.pt/)

 

 

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